O que é o Eurovision (Nota pra imprensa Brasileira)

Então, ano após ano eu tenho que acordar e ver matérias absurdas sobre o Eurovision na imprensa Brasileira. Eu não sei como essas pessoas tem a capacidade de cobrir um evento que eles não sabem nem ao menos o que é. Então vamos lá, este ano decidi me posicionar e explicar para o público Brasileiro (que não são meus alunos, porque eles sabem tudo sobre o concurso, Eurovision Week baby) o que é o Eurovision. 

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O Eurovision foi criado há 65 anos (vista que estou escrevendo em 2021), depois da segunda guerra mundial, onde a Europa se encontrava extremamente dividida. Daí o concurso foi criado para poder unir essas nações. Até hoje esse sentimento prevalece, tanto é que tem País que não participa porque tem pensamentos que se divergem desta mensagem. União significa aceitar a diferença e diversidade que cada um tem. Dito isso, cada País envia um representante, eles competem entre si em duas semi-finais e uma grand final. Quem ganhar vai sediar no ano seguinte e assim vai. Basicamente é isso, não quero escrever um TCC aqui, acabei de acordar depois do Eurovision de ontem e ainda nem tomei café. 

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Todos os Países que fazem parte da EBU (European Broadcasting Union: União de transmissão Européia), podem participar. Australia não é na Europa, mas faz parte da EBU, ou seja, eles têm TV Européia lá. Em 2015 eles foram convidados e em 2018 se fixaram participantes. A audiência na Australia era gigantesca e o concurso passa ás 6 da manhã lá, se não me engano.

O Eurovision é um concurso de música. Ponto. Pop é uma categoria, assim como rock, clássico e country. Você vai encontrar de tudo nele, variantes e outras mais. Não é apenas pop, nem apenas baladas. Me dá uma agonia quando vejo em jornal “Concurso de música pop”, segura minha garrafa aqui, segura aeee. 

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Lembra da diversidade? Pronto. A diversidade de culturas e línguas é a mágica do Eurovision. Em 2021 o TOP5 foi feito por Países que cantaram em suas vozes originais. Na maioria das vezes o Inglês predomina? Sim, mas mas não significa qualidade. O povo ama ouvir uma música em outra língua e se emocionar, rir, se divertir com ela. Com isso já puxo o gancho pra isso: Música é sentimento. Logo, no eurovision você vai achar canções engraçadas (que nem mamonas assassinas, sabe? só que tem uns que são BEM mais elevados, haha), canções dramáticas e canções épicas. Você pode rir com uma canção sim. Todo o ano eu espero pelo brega do ano e o humor do ano, porque eu amo, pra mim música não é linear, é que nem um livro ou um filme, pode me proporcionar uma extensão de sentimentos. 

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Eu fico arretado quando chega jornalzinho pop da internet e bota pra lascar no humor do ano, tipo, entende onde tu tá pisado antes de falar. *rolleyes*

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Ninguém gosta do Reino Unido. Fato. hahaha. Se você for se basear no U.K pra pegar informação, vai se lascar também. O U.K é o País que mais dá audiência, mas faz anooooos que eles não ganham. Porque? Atitude, política e música também, seguir estilinho pop Americano sem autenticidade não vai te fazer ganhar. É divertido? É, mas não é um ganhador. Os Britânicos assistem reclamando. Não sabe perder? Não vai ganhar. Tem o Brexit e afins, também, mas a politicagem não chega a ser tão absurda. O motivo principal que eles não ganham desde 1997 é porque eles não conseguiram ser os melhores. 

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No final, o eurovision é pra se divertir, conhecer novos artistas, postar a foto da festa e tudo mais. Olha a minha festa como foi lusho. haha.

Então quer escrever sobre o concurso? Massa, saiba DO QUE você está falando antes de escrever. E qualquer coisa me liga, hon. Sei escrever melhor que muita gente aí. Um grande abraço e hoje DOZE PONTOS VAI PRA…. ITALY! woot woot. 

A Pop (but not pop) Opera

Eu já sabia da existência de óperas populares, mas essa de fato me chamou a atenção. O nome é “Is this the end?”, é uma ópera pop futurista, com uma história viciante, interessante e fora do convencional. Sim, aqui ouvimos um claro “What the fuuuuuuuuuck”,  além de cenas que visualmente causam aflição, especialmente nos fãns pragmáticos de ópera. 

Eu amo ópera, mas eu não me limito a apenas as clássicas e os remakes de clássicas. Vivemos em um mundo mutável, logo, toda mídia também deve evoluir. 

Sim, por vezes “Is this the end?” acaba sendo extenso e exagerado, mas o produto final não deixa de ser fascinante. Uma dica para todos que apreciam ficção científica e/ou ópera.

Você pode assistir gratuitamente (novamente) no site/app do arte.tv

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Legendas apenas em Francês e Alemão. Áudio em Inglês.

Nota: 8,5/10

TintoCast +

E está no ar o TintoCast + (plus). Depois de dez anos eu retornei com o TintoCast, desta vez com um estilo diferente, mas sempre mantendo a classe do podcast mais degustado da internet.

Inscreva-se no Apple Podcast ou na sua plataforma de podcast preferida. Os programas serão mensais e irão explorar não apenas música e vinhos, mas outros tópicos.

Bem vindos novamente, ao mundo aromatizado do TintoCast.

TintoCast Classic / Classique

Depois de 10 anos, o TintoCast classic e classique (Eu entendo a confusão que fiz 10 anos atrás), está de volta! Desta vez no Apple Podcasts. Agora você pode ouvir todas as edições clássicas do TintoCast.

Pra quem não conhece, o TintoCast é um podcast que fala de música e vinho.

As edições estão na qualidade original, ou seja, existem episódios com uma qualidade péssima de som, e outros com uma boa qualidade. Então não julguem, lembrem-se que naquela época smartphone era coisa de rycas poderosas.

O TintoCast + (Plus) está vindo também, uma versão moderna do TintoCast.

Listen on Apple Podcasts

You wanna a hot body? You better Britney.

I can’t stand gyms.

Eu queria perder peso e não sabia como. Na verdade eu queria perder minha barriga, que parecia uma bomba relógio. Eu sabia que eu não iria querer ir pra academia, então decidi voltar nos anos 90 e pesquisar vídeos para fazer isso em casa.

Então eu descobri a Lucy Wyndham, pense numa Britânica arretada! Ela é magra, mas não anorexica. Ela é simpática e por ser Britânica, entende a necessidade humana de consumir batata frita e cerveja. Os videos dela no youtube são tão perfeitos que eu cheguei a baixá-los e editá-los no meu gosto. Ela também possui um guia de dieta.

Eu venho então compartilhar a minha experiência com a Lucy e como ela me fez perder peso e barriga em tão pouco tempo. Em dois meses eu perdi um peso absurdo e minha barriga finalmente tinha murchado (mas isso eu percebi depois de uma semana).

Neste link você vai encontrar esses vídeos editados separados por semana (4 semanas no total + 1 vídeo extra). O vídeo extra você pode fazer quando quiser (Eu geralmente fazia em complemento com o último work out do dia). Por ser apenas 7 minutos, eu conseguia implementar o work out facilmente na minha rotina. Então eu fazia:

1 sessão pela manhã antes do café da manhã.
1 sessão á tarde antes do almoço.
1 sessão á noite antes da janta. (Nesta eu usava o extra).

Eu também não suporto ficar indo pro chão, então o bom da Lucy é que você pode trocar os exercícios do chão por outros previamente vistos. Funciona do mesmo jeito!

Lembrando que o programa da Lucy não funciona sem dieta, então eu cortei pão e cerveja da minha dieta semanal (Apenas aos domingos eu me permitia comer coisa com gordura, como salsicha e toscana). Durante a semana minha dieta tinha mais carne e legumes.

Como disse antes, depois de dois meses eu já estava good to go, mas eu senti os resultados antes disso. Hoje eu ainda faço os exercícios, mas apenas uma vez ao dia. Estou mais relaxado, mas sempre atento pra não inchar de novo.

Pra perder peso, um que eu fazia, funcionava e era divertido, era o Walk. Então caso queira intercalar, o Walk é uma boa opção pra perder calorias. Ele não trata da barriga, apenas a perca de peso.

É isso, não tem segredo. Lembre-se de SEMPRE murchar a barriga enquanto estiver fazendo o work out, isso faz com que ela se acostume a ser contraída. E SEMPRE beba bastante água. Faça um alongamento rápido antes dos exercícios, se você não souber como fazer, procura lá no youtube rapidinho, tem como você fazer um alongamento em 1 minuto, rapidinho.

Agora, como diz a própria Britney…

Review: Madame (2019)

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Este filme faz parte da seleção MyFrenchFilmFestival

De uma delicadeza extrema, com um roteiro bem escrito e uma narrativa consistente, Madame me conquistou rapidamente nos dez primeiros minutos. O relacionamento do Stéphane com a avó é algo que nos cativa desde do começo. Muitos vão se identificar com o depoimento dele, enquanto outros irão aprender e crescer, pois além de tudo, aqui temos uma linda história. 

Madame é sem dúvidas uma obra que merece reconhecimento e vários prêmios. Um documentário realizado com tanto cuidado que merece sim o devido reconhecimento. 

Assistido via: iTunes
Preço: R$2,90 (Aluguel)
Nota: 10/10
IMDB

Music: HVOB – Explorando a Áustria

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Mais uma dica de um som fantástico descoberto por meio do ArteConcert.

Depois de ter me apaixonado por The Blaze (ver post), chegou a hora de namorar o HVOB. A dupla é da Áustria e eles tocam um estilo mais comum de música eletrônica, é uma batida diferente do The Blaze, com uma forte concentração na bateria tradicional.

O vocal da Anna é fantástico, fantasmagórico e misterioso, diferente do futurista e melancólico do The Blaze. Eu, particularmente, me apaixonei por eles. Muitas canções parecem ter saído de uma trilha sonora de um filme de suspense futurista.

Não sei o que deu em mim, mas esse mês eu estou muito “eletrônico”… Só falta eu criar um perfil em uma rede social. hahaha. Não vamos exagerar também.

Dica dada, HVON, dê uma chance e toca o play!

Review: Énorme (2019)

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Este filme faz parte da seleção MyFrenchFilmFestival

Os primeiros 40 minutos são fantásticos, é um filme que eu logo indicaria. No entanto, depois disso ele passa a se tornar um tanto quanto clichê, adotando uma estética exagerada e se entregando a um tipo de humor totalmente diferente.

Eu não diria que é um filme ruim, longe disso. É uma típica comédia Francesa, com elementos do cinema característico que estão presentes e cumprem seu papel. Meu único problema foi essa mudança repentina do tipo de humor, todavia isso não deve ser um problema para muitos.

Valeu a pena rir e se deliciar com os personagens do filme, mas pra ser sincero você consegue tudo isso no trailer. Porém, vale a pena identificar as nuances e rumos que o filme cruza. Afinal de contas aqui não exploramos apenas um tema, mas vários, e muitos deles estão escondidos e ocultos (como a maior parte das comédias Francesas modernas).

Assistido via: iTunes
Preço: R$2,90
Nota: 7/10
IMDB

MyFrenchFilmFestival BR

Nesta semana o iTunes abriu uma aba para o “MyFrenchFilmFestival”, um festival de filmes Francófonos. Dentre eles está o drama “Felicidade” e a comédia “Énorme”. 

My french film festival

Eu, particulamente, já aluguei alguns e comprei outros. Isso porque os filmes estão a preço de banana. R$5 para comprar e R$3 para alugar. Isso por tempo limitado hein, apenas até o dia 15 de fevereiro. 

Depois de assistir os filmes você pode ir até o site oficial (clique aqui) e votar no seu favorito. Eu mesmo vou começar a assistir os filmes amanhã, e com certeza irei fazer críticas por aqui. 

Uma boa oportunidade para aproveitar um bom cinema, com um preço acessível. 

The Blaze – Minha nova “It” band.

Eis que a VeVo não tem aplicativo pro iPad, assim eu começo a explorar outras alternativas. 

Vejo aplicativo do canal ARTE, clico e vou direto pra seção “ARTE Concert”, pois é nisso que estou interessado, música enquanto jogo Classic World of Warcraft. 

Dentre a programação que eu não assisti, está o: The Blaze, Live from the Nuits de Fourvière. Dou play e o que acontece 5 minutos depois?

Viciei!

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Pra começo de conversa não acho eles excepcionais, mas a música é cativante e tem aquela vibe Euro que adoro. 

Lógico, fui no iTunes e comprei o primeiro EP deles (eles têm dois).

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Vamos ver no que vai dar. Mas de início amei o trabalho deles e acho que todos deveriam explorar um pouco. Lógico, se você gosta de música eletrônica de verdade, aquela que a batida e os instrumentos andam juntos como em uma orquestra.